A mim, o que mais doera
Foi não saber, se seria certo ou errado.
Meu coração me dizia para perdoar,
E minha razão, me fazia por os pés no chão.
Lá vêm, mais um pobre coração em sangue,
Pela curva de uma lágrima, morta e enterrada.
Tal qual punhal atravessando, nem o veneno mais forte,
Me fizera tão pequena, e tão perdida.
Me fizera tão pequena, e tão perdida.
Ai, palavra, ai palavra, sua força entre nós
Muda todo meu eixo, me leva para fora do meu eu.
Como perdoar o imperdoável?
Perdão podíeis ter sido?
Eis uma mulher com medo do meu próprio eu.
Mas, arrancarei a tristeza, e darei espaço a compaixão
Não por voce, mais sim por mim,
Não pela raiva, mais pelas lembranças
Seja como for, farei o certo depois do errado.
Peguei a pólvora da dor, que me dera,
Transformei-a em uma doce melodia, com aroma de vinho.
Pâmella Ferracini , autora .















. Ler é minha paixão, acho que um bom livro pode nos da uma segunda, terceira vida.
. Já aprendi muito,
já errei muito, continuo errando , e aprendendo. Há muito que entender nessa vida
. Já senti todos os sentimentos , passei por muitas coisas, mas, uma das coisas que aprendi, é não perder a fé em dias melhores

6 Comentários:
Ei Pam! Passando para te desejar uma semana abençoada. Também para dizer que adorei a imagem no banner. Beijocas!!!
Rê, uma semana encantadora, cheia de muita luz e amor pra ti amiga. Beijo, se cuida ♥
Mas o amor é assim mesmo, precisamos acertar o paço e dançar na melodia certa com a parceria certa.
Beijo
Você se supera a cada escrito, a cada palavra. Tenho saudades de você também, sua linda.
Nunca desista dos seus sonhos! - Lembre-se que o Senhor estará sempre do seu lado.
É Manu, a vida não é fácil, tal como o amor, beijo.
Verdade Pam, beijo linda ♥
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